Por uma nova proposta (as falsificações da história 3)

Em 2013 Putin alertava, em meio às “primaveras” que se espalharam pelo planeta, e que levaram à difícil situação de seu país com a Ucrânia, “nós podemos ver na TV como esses ‘bandos de militantes’ bem treinados estão funcionando”. Hoje se vê no Brasil como “funcionam” esses bandos de militantes bem treinados, elogiados enquanto “movimentos Leia mais sobrePor uma nova proposta (as falsificações da história 3)[…]

Sobre o tema da “instrução pública” (as falsificações na história II)

Saramago fala da “musa democracia”. O povo vai votar, tirar um candidato que acha ruim por um outro que acredita que será melhor, mas não se atenta para as esferas onde as reais decisões são tomadas, as esferas financeiras, a dos grandes círculos oligárquicos internacionais, que, para sua sobrevivência, tem que manter essa democracia de Leia mais sobreSobre o tema da “instrução pública” (as falsificações na história II)[…]

Os enganos e desenganos da teoria racial

É correto atribuir a Casa Grande & Senzala o papel de fundador do mito da democracia racial? Existia de fato esse debate quando o livro foi escrito ou, caso afirmativo, como ele se dava? A década de 1930 nos fornece não só o clássico de Gilberto Freyre, mas também dois outros pelo menos, de Caio Leia mais sobreOs enganos e desenganos da teoria racial[…]

Para desfazer qualquer engano: esse blog nunca foi Fresco

“Será preciso dizer que o retorno a Nietzsche implica um certo estetismo, uma certa renúncia à política, um “individualismo” tão despolitizado quanto despersonalizado? Talvez não. A política também é questão de interpretação. O intempestivo, do qual falamos há pouco, jamais se reduz ao elemento político-histórico. Porém ocorre às vezes, em momentos grandiosos, que eles coincidam. Leia mais sobrePara desfazer qualquer engano: esse blog nunca foi Fresco[…]