A ciência para acabar com a pobreza: se a China pode, por que não podemos?

A ciência para acabar com a pobreza: se a China pode, por que não podemos?

Traduzido por mim para a Executive Intelligence Review

 

O Instituto Schiller está circulando essa resolução a nível internacional.

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Atualmente existem mais de 200 milhões de pessoas pobres na Iberoamérica e no Caribe – quase um terço da população total da região – e esta porcentagem tem crescido nos últimos anos. A pobreza não é uma condição natural do homem; ela pode ser eliminada em uma geração. Mas não se vai chegar a esse resultado agindo como se o problema não existisse, nem lamentando o triste fato, nos resignando frente a sua existência; muito menos adotando posturas ideológicas tão impotentes como falsas, como por exemplo, colocando a culpa nos “mercados”.

A China tem demonstrado que se pode eliminar a pobreza e que há uma ciência para isso. A China reduziu o número de pobres de 875 milhões em 1981, a 30 milhões em 2018 – uma redução de 97%! –, segundo as estatísticas do Banco Mundial. E o governo de Xi Jinping se comprometeu a eliminar completamente a pobreza no país até o ano 2020.

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Os Mísseis Foram Lançados pela Mentira Britânica

Presidente Assad da Síria e Presidente Putin da Rússia, na Síria, dezembro de 2017.

Da Executive Intelligence Review

17 de abril, 2018 – Declaração do LaRouchePAC

O presidente da França, Emmanuel Macron, estupidamente se gabou, em 15 de abril, numa entrevista em rede nacional, de que ele, junto com a primeira-ministra da Inglaterra, Theresa May, convenceram Trump a reverter sua própria política e manter “as tropas na Síria por um período mais longo”. Esse pronunciamento ultrajante significa que não só a Grã-Bretanha e a França querem dos Estados Unidos outra guerra sem fim no Oriente Médio, mas uma confrontação cada vez mais intensa com a China e a Rússia.

Como disse ontem em Londres um ex-diplomata russo, “esse caminho leva à loucura”. Hamlet falou em desprezo às nações que guerreiam por territórios tão pequenos que nem davam terreno suficiente para sustentar uma batalha. Hoje os países estão sendo lançados rumo a uma guerra mundial termonuclear baseado em fatos que nunca ocorreram. […]

O Fórum China-Celac abraça a iniciativa chinesa Um Cinturão, Uma Rota: Fará os EUA?

Fonte Portal Vermelho
A China propõe a América Latina investimentos massivos em ciência, tecnologia e infraestrutura. Com o esvaziamento dos BRICS em nossa região depois do golpe parlamentar e judiciário, a reunião da CELAC propõe, em sua segunda reunião em conjunto com a China, um ambicioso Plano de Ação que poderá conectar todo o continente tanto pela construção de modernas ferrovias quanto por via marítima, através da Rota da Seda Marítima. É um movimento anti-hegemônico, fora dos ditados monetaristas e austericidas da comunidade financeira transatlântica (City de Londres e Wall Street), e que aponta para um futuro promissor, num mundo multipolar, através do que os chineses chama de “parceria ganha-ganha”. Não “geopolítica”, mas o desenvolvimento conjunto das nações.

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O fiasco da viagem de Rex Tillerson a América Latina

Crédito: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP/GETTY

 

Apesar da histeria que causou o pronunciamento do Secretário de Estado dos EUA, clamando que as Forças Armadas venezuelanas derrubassem o governo de Nicolás Maduro, o fato é que as palavras de Tillerson não encontraram eco em canto algum na América Latina e no Caribe. Os dirigentes dos países visitados pelo enviado do governo de Donald Trump, envolvidos com o Fórum China-CELAC, preferiram repercutir as promessas de cooperação econômica com os chineses em ciência, tecnologia e infraestrutura, que já beneficiam 20 países da região em 80 diferentes projetos. Frente a cada vez maior presença chinesa no continente, supostamente “imperialista”, faz os americanos (os de fato e historicamente imperialistas) parecerem cada vez mais nanicos, com relevância nem sequer regional num mundo que quer se afirmar como multipolar.

Do Serviço de Informações da Executive Intelligence Review – 12 de fevereiro de 2018

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Texto na Folha de São Paulo pede guerra na Venezuela. Por que a Revolução Bolivariana incomoda tanto?

Por que a obsessão midiática com a Venezuela, a ponto de se defender uma intervenção militar no país como fez a Folha de São Paulo? 

Roberto Santana, responde por meio de uma rápida análise de alguns indicadores sociais venezuelanos melhores que os do Brasil e pelo grau de participação política nos dois países.

 

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Por que um novo Bogotazo? Por que assassinar politicamente Lula?

Uma das imagens do infame Bogotazo

Da página criada por esse blogueiro, União Revolução e Estado Democrático. Clique no link e siga a página.

Por que assassinar Gaitán?

O ministro Eugênio Aragão, em publicação essa semana na revista Carta Capital (985), faz um chamado à paz, mesmo que esta seja considerada como um grito de guerra: “sempre é bom lembrar duas coisas: uma, como já dizia Lafayette, pode-se fazer muitas coisas com baionetas, menos sentar-se em cima delas; outra, a história é um processo contínuo e sua marcha é inexorável; quanto mais se reprime, mais a resposta será dura. Senão hoje, amanhã ou depois”.

Defender Lula é defender o processo menos traumático para nossa democracia, pensando mesmo no lado dos nossos opositores: “a saída negociada ainda é a que oferece menos riscos e pode desembocar num cenário de transição mais suave. Lula é essa saída. Fechá-la é abrir espaço para o descontrole do processo político, que vitimizará, em primeiro lugar, os repressores e seus instigadores”..

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Bilderberg, o filme

Daniel Estulin grava seu filme sobre o Clube Bilderberg

 

Ao contrário dos argumentos tradicionais, baseados em pressupostos jurídicos e político-eleitorais, o atual predomínio de políticas “neoliberais” vão muito do estabelecimento de um Consenso de Washington, dos marcos legais que permitiram a proliferação de paraísos fiscais, e das eleições de Thatcher, Reagan e Mitterrand na década de 1980. Foi um marco a chamada “crise do petróleo” na década anterior, uma crise econômica controlada que, de um lado, iniciou a hegemonia do dólar no mundo com os petrodólares (e a concomitante desvinculação dessa moeda ao padrão ouro por Nixon, base do tratado de Bretton Woods), e de outro (por causa do aumento artificial do preço do petróleo e a consequente ausências de divisas norte-americanas para dar conta do incremento do dispêndio com o combustível) criou o “sistema da dívida” que até hoje aferra os países latino-americanos, que pegaram empréstimos a juros baixos e logo após tiveram que lidar com juros extorsivos.

 Mas o fundamental foi o debate dentro dos círculos da elite mundial depois do fim da Segunda Guerra. O Império Britânico, vendo que não poderia continuar sendo um império territorial, paulatinamente passou a exercer sua soberania através dos instrumentos financeiros. Forma-se, ainda na década de 1950, a aliança anglo-americana, que conta de uma lado com a City de Londres e Wall Street e, de outro, com a OTAN. Como diz o autor do livro best-seller, Daniel Estulin, Rockefeller é uma metáfora do poder. Na mesa dos poderosos, sua família no máximo serviria o café. Igualmente para o Clube Bilderberg. Bilderberg é um signo, uma indicação para além dos marcos tradicionais, de onde se sedia e como foi desenvolvida a atual hegemonia militar e financeira. Falando dele, abre-se espaço para debates que, infelizmente, não se encontram ainda em praça pública.

 

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